quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O SOL E O VENTO


Uma pequena fábula! Abs a todos!!

“O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte.
O vento disse:
- Provarei que sou o mais forte.
Vê aquela mulher que vem lá embaixo com um lenço azul no pescoço?
Aposto como posso fazer com que ela tire o lenço mais depressa do que você.
O sol aceitou a aposta e recolheu-se atrás de uma nuvem.
O vento começou a soprar até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava, mais a mulher segurava o lenço junto a si.
Finalmente, o vento acalmou-se e desistiu de soprar.
Logo após, o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para a mulher.
Imediatamente ela esfregou o rosto e tirou o lenço do pescoço.
O sol disse, então, ao vento:
- Lembre-se disso:
“ A gentileza e a amizade são sempre mais fortes que a fúria e a força.”

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Bob Marley

"Eu só quero viver em paz e usufruir do que Deus nos deixou no mundo, não preciso de riquezas materiais para ser feliz. Apenas quero sentir o que Deus nos fala em nossos ouvidos em um simples soprar do vento."
Bob Marley
 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

RECEITA DE ANO NOVO

Amigos! O texto não é novo, mas vale a pena um a releitura! Abs a todos!

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre


Carlos Drummond de Andrade

domingo, 11 de novembro de 2012

Os Deuses Pagãos e os Dias da Semana

Todo mundo sabe que os dias da semana se chamam, em inglês:
Monday;
Tuesday;
Wednesday;
Thursday;
Friday;
Saturday;
Sunday.
 

O que você provavelmente não sabe é que a origem desses nomes vêm dos deuses pagãos cultuados pelos nórdicos, que fizeram a festa invadindo o que é hoje a Grã-Bretanha, entre os séculos 8 e 11.

A questão é que os saxões que ocupavam a maior parte da região também cultuavam esses deuses, apesar do cristianismo que se alastrava e era, em tese, a religião oficial. O cristianismo eventualmente venceu, mas os nomes ficaram até hoje.


Monday = Moon Day = Dia da Lua;
Tuesday = Tyr Day = Dia de Tyr, o deus da guerra, equivalente a Marte no Império Romano;
Wednesday = Wodan Day = Dia de Wodan (Odin);
Thursday = Dia de Thures = Dia de Tor;
Friday = Dia de Frigg = Dia de Vênus;
Saturday = Dia de Saturno (o planeta);
Sunday = Dia do Sol (que nas culturas chamadas bárbaras era considerado um deus).

  Alfredo, o Grande teria tentado mudar os nomes para nomes de santos cristãos, reza a lenda, mas não teve sucesso, e até hoje os nomes remontam a deuses como Tor e Odin.

domingo, 14 de outubro de 2012

10 DE OUTUBRO - DIA MUNDIAL CONTRA A PENA DE MORTE

    Jesus nos trouxe há dois mil anos, valorosos princípios acerca do amor e do perdão, em contraposição a chamada Lei de Talião, onde a desforra e a vingança eram práticas totalmente justificáveis e até comuns. Todavia, ainda nos dias de hoje, grande parte da humanidade pensa na pena de morte como a solução definitiva para o problema da violência nas grandes cidades! E infelizmente, um sem número de pessoas crêem em tal pena como uma vingança, mesmo sabendo que a vingança não remedia o passado e não consola o vingador! Na questão de nº 760 do Livro dos Espíritos, Kardec pergunta aos espíritos sobre a pena de morte, ao que estas sublimes almas foram enfáticas, afirmando que a pena capital desaparecerá do nosso meio! Importante ressaltar aqui que a criminalidade não foi reduzida nos países onde a pena de morte foi adotada, e hoje, no mundo inteiro, somente 73 países ainda mantêm esta prática, sendo que destes, quase a metade não condena alguém há mais de uma década! Irmãos, e o que dizer aos nossos companheiros, que momentaneamente cegos pelo desespero e pela ira, buscam na pena de morte a solução para os nossos problemas sociais?

"Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis?"

sábado, 29 de setembro de 2012

50 anos de "Garota de Ipanema"

   A música composta por Tom Jobim e Vinícius de Moraes completa 50 anos este ano. Reza a lenda que a música foi composta pelos dois no Bar Veloso, no Rio de Janeiro, sendo Vinícius de Moraes inspirado pela carioca Helô Pinheiro, que passava frequentemente na porta do bar.
   Segunda música mais tocada na história - está atrás apenas de Yesterday, dos Beatles - foi gravada também por Frank Sinatra, Cher, Madonna e até pela banda Sepultura!
   A versão original da música, com o nome de Menina que passa, era diferente e continha a seguinte letra, composta por Vinicius:



Vinha cansado de tudo
De tantos caminhos
Tão sem poesia
Tão sem passarinhos
Com medo da vida
Com medo de amar
Quando na tarde vazia
Tão linda no espaço
Eu vi a menina
Que vinha num passo
Cheio de balanço
Caminho do mar

  Mais tarde, Vinícius, insatisfeito com a letra original, refez a letra definitiva, que entraria para a história:


Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
No doce balanço, a caminho do mar

Moça do corpo dourado
Do sol de Ipanema
O seu balançado é mais que um poema
É a coisa mais linda que eu já vi passar

Ah, porque estou tão sozinho
Ah, porque tudo é tão triste
Ah, a beleza que existe
A beleza que não é só minha
Que também passa sozinha

Ah, se ela soubesse
Que quando ela passa
O mundo inteirinho se enche de graça
E fica mais lindo
Por causa do amor







domingo, 23 de setembro de 2012

Literatura

      Semana passada, finalizei a leitura de dois livros: “Pássaros de vôo curto”, do mineiro de Januária, Alcione Araújo e “O velho e o mar”, de Ernest Hemingway, escritor norte-americano da chamada "Geração Perdida".
      No primeiro livro, Pássaros de vôo curto, o autor nos  apresenta uma cantora lírica que excursiona pelo interior do país; um pianista americano que desembarca no Brasil na época do fechamento dos cassinos e decide ficar mesmo assim; um inglês que vem trabalhar no Brasil e se apaixona por uma imigrante italiana. Em um romance cujas histórias transcorrem no decorrer de várias décadas, Araújo apresenta um país multifacetado, onde a vida de vários personagens de origens distintas se cruza.
E o mais legal na obra de Alcione é que boa parte da história se passa em Minas e, mais especificamente, na Belo Horizonte das primeiras décadas do século passado!
O livro relata ainda a passagem dos brasileiros na Segunda Guerra Mundial, na épica batalha de Monte Castelo, em solo italiano, onde nossos expedicionários venceram as forças nazistas.
       “O velho e o mar”, de Hemingway, narra a história de Santiago, um velho pescador cubano que após ficar 84 dias sem pescar nada, promete acabar com a sua onda de azar. Quer provar aos outros e a si mesmo que ainda é um bom pescador. É em completa solidão que ele travará uma luta de três dias com um peixe imenso, um animal quase mitológico, que lembra um ancestral literário, a baleia Moby Dick.
À medida que o combate se desenvolve, o leitor vai embarcando no monólogo interior de Santiago, em suas dúvidas, sua angústia, sentindo os músculos retesados, a boca salgada e com gosto de carne crua, as mãos úmidas de sangue. Por fim, o peixe se dobra a força do pescador. Mas a vitória não será completa - surgem os tubarões e roubam o troféu do velho pescador cubano.
Como sintetiza a editora Civilização Brasileira na capa traseira do livro: “Uma obra prima da literatura contemporânea, dotada de profunda mensagem de fé no homem e em sua capacidade de superar as limitações a que a vida o submete.”


Boa leitura a todos!
Abs,
Amaury