segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Dia do Samba!

  "Quem não gosta de samba, bom sujeito não é, é ruim da cabeça doente do pé", já cantava o saudoso sambista e poeta baiano Dorival Caymmi! 
   Hoje, Dia 02 de dezembro, comemoramos no Brasil, o Dia Nacional do Samba!




segunda-feira, 25 de novembro de 2013

25 de Novembro - Dia Internacional de Combate a Violência Contra a Mulher

"A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota."
Jean-Paul Sartre


 Não se cale nunca, denuncie! Vamos acabar com esta violência!!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Desencanto

Eu faço versos como quem chora
De desalento. . . de desencanto. . .
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente. . .
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.

– Eu faço versos como quem morre.


Manuel Bandeira


sábado, 16 de novembro de 2013

Perseverança!

"O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis."
Jose de Alencar

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Pablo Picasso

     Hoje, 25 de outubro, comemoramos o 132° aniversário de um dos maiores pintores da história, o pintor, escultor e desenhista espanhol, Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso, ou simplesmente Pablo Picasso (Málaga 25 de outubro de 1881 — Mougins,8 de abril de 1973).

Picasso quando jovem.


Guernica, quadro do pintor retratando o bombardeio à cidade que deu o nome a obra em 1937.

domingo, 20 de outubro de 2013

100 anos de Vinícius de Moraes!

Nada melhor que um soneto do "poetinha" para comemorarmos "100 amos de Vinícius de Moraes"!

         Soneto de Separação


De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

115 anos de Cartola!

     Hoje, 11 de outubro de 2013, o cantor, compositor, músico e poeta brasileiro, Agenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, completaria 115 anos! Nascido no ano de 1908, na cidade do Rio de Janeiro, Cartola cresceu no morro da Mangueira, onde junto com um grupo de amigos, criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira.
     Em mais de 50 anos de carreira, entre altos e baixos, Cartola compôs inúmeros sucessos, como "As rosas não falam", "O mundo é um moinho", "Acontece", "O sol nascerá", dentre outros mais.
      O compositor carioca veio a falecer em 1980, aos 72 anos de idade, vítima de um câncer. O corpo foi velado na quadra da Estação Primeira de Mangueira, onde por lá passaram as mais diversas presenças do mundo da música; Clara NunesAlcioneEmílio SantiagoChico BuarqueJoão NogueiraDona Ivone LaraNelson SargentoJamelãoRoberto Ribeiro,Clementina de JesusMartinho da VilaGal CostaSimoneElizeth CardosoPaulo Cesar PinheiroBeth CarvalhoPaulinho da ViolaGonzaguinha, entre muitos outros. Seu corpo foi sepultado no Cemitério do Caju. Dona Zica viu o corpo do seu grande amor pela última vez, abraçada com Clara Nunes, que era amiga e uma das "queridinhas" do poeta.  



O Mundo é Um Moinho

Cartola

Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho
Vai reduzir as ilusões a pó
Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés